supus que o pesar da estranheza seria atar minhas mãos a esculturas cegas, mas, deliberadamente, tive um gesto brusco e então me recolhi. como há muito tenho feito e me sentido muito mais árvore do que gente. nisso de que o corpo cresce tortuosamente em direção às janelas,
[nisso de que se assemelha a uma contigência do gesto: cresce para uma espécie de dentro – que se move tal qual aquela que não vê e entretanto, sente.
o elementar que mora na obsoleta palidez da pele: é inevitável dar as costas à luz. o sol finge que vem e me movo ainda mais lenta e densa. não espalho, não mensuro o passo. caminho.
feliz aniversário, pagu! parabéNs por mais uma primavera! um brinde à sua saúde e a da sua familia! beijo grande. D