Atiro-me.
Des-ato.
Grito.
Invejo o acreditar.
Da última vez era.
a incerteza confessada, e agora
com um dizer engasgado; aquela maldita frase reverberando.
um grito num corredor vazio.
A voz rouca.
“Acredito, acredito.”
O meio-amor não me interessa
:medida angular para o incomensurável.
Desisto.
outubro pariu um amor minotauro.
aos ferros e fogos,
o consumado labirinto compartilhado.
Amanhece.
O desenho do bolor no pão.
esse mesmo que os diabos amassam.
– e batizam dentro dos dentes,
o que alimenta o faminto (esse tal amante).
Lindo! Amor ao meio tem o desamor como metade, e nisso, a anulação. A não ser que algum deles brinque de cabo de força.