estico a mão contra a luz como se pudesse arrancar uma canção das peles que moram entre os dedos. mas ali habita uma velhice silenciosa e cheia de rugas que mais parecem ruas antigas. e procurando ainda, deve haver uma casinha. de paredes estreitas dessas que moram em ruas antigas e tem janelas pequenas. perco horas nas sombras. coisas de caminhar entre-rugas.
uma véia, muito véia…